Novo Sicro será implantado no início de 2015 | Infraestrutura Urbana

Financiamento

Novo Sicro será implantado no início de 2015

Edição 42 - Setembro/2014
 

Marcelo Scandaroli
Sistema terá aproximadamente nove mil composições

O novo Sistema de Custos Referenciais de Obras (Sicro) está em fase final de revisão e deverá ser divulgado no início de 2015, segundo o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit), responsável pela manutenção do Sicro. Antes disso, ainda este ano, o novo Sicro passará pela validação de uma câmara técnica, será apresentado em audiências públicas em Brasília e no Rio de Janeiro e, em seguida, ficará em consulta publica durante um mês no site do Dnit. A revisão do Sicro está sendo feita pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) desde junho de 2012.

O novo sistema será a base para elaboração de orçamentos da maioria dos projetos de infraestrutura de transporte, e não apenas de rodovias, como ocorre até agora. Ele apoiará também contratações de obras ferroviárias e aquaviárias. Em evento realizado em São Paulo no começo de agosto, o Dnit apresentou as principais inovações que serão implantadas, como a maior abrangência. Serão contempladas obras em terra e em rocha, edificações, engenharia consultiva, custos ambientais e aproximadamente nove mil composições.

Além disso, estão previstas: composições horárias e unitárias; eliminação da generalização de atividades; tratamento das composições por tipo de obras; eliminação da diferenciação entre transportes; composições de carga, descarga e manobras; influência de chuva e interferência de tráfego; diferenciação de caminhos de serviço por tipo de pavimento; composição horária de mão de obra; e aquisição e transporte de materiais betuminosos.

O novo Sicro está sendo todo remodelado para só então ser divulgado, diferentemente do Sistema Nacional de Pesquisa de Custos e Índices da Construção Civil (Sinapi), que está sendo revisado por etapas, e cada parte revisada é divulgada.

 

BNDES concede R$ 550,5 milhões para projetos de saneamento
O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) aprovou a concessão de R$ 550,5 milhões para projetos de saneamento nos Estados de São Paulo, Paraná, Rio Grande do Sul e Amazonas. O maior dos projetos aprovados, que receberá R$ 286,7 milhões, é o da Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar), que contempla a ampliação dos sistemas de abastecimento de água dos municípios de Campo Mourão, Curitiba, Guarapuava, Paranavaí, Telêmaco Borba, Umuarama e União da Vitória, além da ampliação das redes de esgoto em Arapongas e União da Vitória.

No Amazonas, o BNDES apoia com cerca de R$ 178,9 milhões a modernização e expansão dos sistemas de água e esgoto de Manaus. As obras deverão proporcionar a despoluição da bacia hidrográfica do município, redução do custo de tratamento de água, descontaminação do solo e lençol freático e redução de enchentes.

Para a Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp), o valor aprovado foi de R$ 61,1 milhões e o projeto contempla a ampliação do sistema de abastecimento de água de Santana do Parnaíba, com implantação de adutora, reservatório e redes de distribuição. Já a operação com o município de Caxias do Sul, no valor de R$ 23,7 milhões, abrange a ampliação dos sistemas de abastecimento de água da zona Centro-Norte, por meio da implantação de reservatório e adutoras.

 

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