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Como funciona o sistema de telegestão, que tem controle remoto virtual e identificação de luminárias defeituosas a distância

Edição 68 - Março/2017

 O QUE É 

O sistema de telegestão aplicado em São Luiz do Paraitinga, no interior paulista, é composto basicamente de hardware, um sistema de comunicação e um software de gerenciamento. Cada luminária recebeu um controlador integrado (composto de fotocélula inteligente e rádio), que, além da possibilidade de controle, permite a programação por meio dos protocolos de comunicação por rede sem fio via rádio frequência mesh.

'O módulo faz a leitura da luminária, do consumo, se ela está funcionando, suas características elétricas, fator de potência, enfim, ele passa para o cliente as informações da luminária. E, ao mesmo tempo, esse módulo recebe informação do cliente', conta Ricardo Cricci, diretor superintendente na Celena Participações, empresa responsável pelo projeto luminotécnico da cidade. Os controladores foram fornecidos pela Silver Spring Networks, uma das principais empresas do mundo no setor de redes inteligentes de energia.

Segundo Cricci, todo o sistema de comunicação está homologado na Anatel, porque as luminárias se comunicam entre si e também com um concentrador. 'Esse concentrador é quase como uma antena de celular, então é como se você tivesse um monte de celulares falando com uma antena. Mas não é uma coisa tão sofisticada assim. Não é uma antena. É um concentrador que capta as informações de todas as luminárias e por GPRS manda essas informações para um software', explica Cricci.

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