Governo Federal assina ordem de serviço para obras em rodovias do Maranhão | Infraestrutura Urbana

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Governo Federal assina ordem de serviço para obras em rodovias do Maranhão

Será duplicado um trecho da rodovia BR-135 e pavimentados outros nas BR-226 e BR-316

Luísa Cortés, do Portal PINIweb
12/Janeiro/2017

O ministro dos Transportes, Portos e Aviação Civil, Maurício Quintella, assinou na semana passada a ordem de serviço para a duplicação de um trecho da rodovia BR-135, e para a pavimentação de outros nas BR-226 e BR-316, todas localizadas no Maranhão.

Divulgação: DNIT

O trecho da BR-135 corresponde a percurso entre Outeiro e Miranda do Norte, com extensão de 32,1 km. Ali, o governo deverá investir R$ 66,5 milhões, sendo R$ 25 milhões já empenhados no final de 2016. Há outra parte da rodovia, entre Bacabeira e Outeiro, que ainda está em fase de contratação, mas que deverá ter ordem de serviço contratada em breve, segundo o ministério, que prevê o início das obras no local em três meses.

Tal construção estava paralisada há quatro anos, e com a sua retomada, tem previsão de conclusão para 2017. A Ponte do Estreito dos Mosquitos, localizada na extensão da rodovia, foi declarada como em estado de emergência para reparos, devido à presença de rachaduras encontradas na estrutura. Junto às demais obras, a ponte será recuperada, segundo Quintella.

Já as rodovias BR-226 e BR-316 terão 115 km asfaltados em Timon. As duas obras terão um gasto de R$ 88 milhões, dos quais o Ministério já empenhou R$ 42,8 milhões. Devido a esse dinheiro, as obras podem ter início imediato, com execução da Hytec, vencedora da licitação.

As obras de melhoria na BR-226 objetivam maior integração entre os municípios locais, já que a extensão compreende 37 cidades maranhenses, que terão seus percursos encurtados pelo tempo, além de mais seguros.

A região é estrategicamente importante para a logística da região Nordeste, em especial no eixo Matopiba (Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia). "O Maranhão é um estado estratégico para a redistribuição logística do país, atraindo mais investidores para a utilização do corredor norte, equilibrando a matriz logística que ainda utiliza os portos mais ao sul para saída de bens e insumos do país", explicou o ministro.

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