Fundo Brasil-China vai investir US$ 20 bilhões em obras de infraestrutura | Infraestrutura Urbana

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Fundo Brasil-China vai investir US$ 20 bilhões em obras de infraestrutura

Setores de logística, de energia e recursos minerais estão entre os prioritários de grupo de investimento

Da redação da PINIweb
31/Maio/2017
Shutterstock

O Fundo Brasil-China de Cooperação para a Expansão da Capacidade Produtiva vai aplicar US$ 20 bilhões em obras de infraestrutura no País a partir de junho. O anúncio foi feito na última terça-feira (30) pelos governos brasileiro e chinês durante o Fórum de Investimentos Brasil 2017, realizado pelo Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) em São Paulo.

São considerados projetos de interesse comum os setores de logística e infraestrutura, de energia e recursos minerais, de tecnologia avançada, de agricultura, de agroindústria, de armazenagem agrícola, de manufatura e de serviços digitais. Posteriormente, outros setores poderão ser adicionados caso se tornem de interesse comum do Brasil e da China.

Segundo o ministro do Planejamento Desenvolvimento e Gestão, Dyogo Oliveira, a inscrição de propostas já está aberta e os investimentos serão feitos gradualmente (à medida que os projetos forem sendo aprovados). A avaliação da viabilidade econômica do projeto e deliberação sobre os investimentos será exclusiva dos financiadores do fundo.

Dos US$ 20 bilhões que vão compor os investimentos, até US$ 15 bilhões virão por meio do Fundo de Cooperação Chinês para Investimento na América Latina (Claifund) e o restante de instituições brasileiras, como o Banco Nacional do Desenvolvimento Social (BNDES) e a Caixa Econômica Federal (CEF).

O grupo atuará por meio de uma Secretaria Executiva, sob responsabilidade da Secretaria de Assuntos Internacionais do Ministério do Planejamento (Seain); de um Grupo Técnico de Trabalho; e de um Comitê Diretivo de Alto Nível, composto pelos secretários-executivos do Ministério da Fazenda, do Ministério do Planejamento, Desenvolvimento e Gestão e da Secretaria-Geral da Presidência da República, bem como por três funcionários chineses em nível de vice-ministro.

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